Gigante australiano

Renê Fraga
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Imagem relacionada a Gigante australianoAté agora ninguém sabe quem fez o desenho gigante que lembra um caçador aborígene. A imagem tem 4 quilômetros de comprimento e recebeu o apelido de “Marree Man” por estar a 60 km da cidade de Marree, no centro-sul da Austrália. Visto de grande altura, o desenho lembra um homem segurando uma lança. A figura foi vista pela primeira vez pelo piloto Trec Smith durante um vôo de rotina em 26 de junho de 1998. A princípio ninguém deu muita importância à misteriosa figura.
As atenções voltaram a se concentrar sobre o gigante quando um morador da região Ray Goss contou que ele e um grupo de amigos encontraram o desenho no chão depois de seguir instruções que foram enviadas por fax ao Hotel Marree dias antes. O mistério aumentou quando pois foi encontrada uma garrafa contendo uma nota com as palavras “Stuart’s Giant”, uma bandeira americana e uma referência ao culto americano Branch Davidian ligado ao inferno de Waco, Texas ( 1993 ), perto do local. A polícia confiscou a garrafa com a nota e não comentou mais o assunto.

Os moradores de Marree acreditam que a figura foi criada com o uso de um arado, possivelmente desenhada por um trator, embora não existam sinais de marcas das rodas.

Conforme o jornal The Australian, na edição de quarta-feira ( 15.07.98 ), o Marree Man tem cinco vezes o tamanho do maior desenho humano em Nazca, Peru, onde acredita-se que figuras de macaco, lagarto, aranha e outros animais foram desenhadas pelos índios nazca entre os anos 300 e 600.

A polícia mandou oficiais investigarem as marcas, mas já adiantou que possivelmente são apenas uma tentativa de criar uma atração turística e descarta qualquer envolvimento extraterrestre.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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