Anotações do fotógrafo que registrou o monstro do Lago Ness revelam farsa
O enigma do monstro pré-histórico do Lago Ness, na Escócia, que intrigou o mundo, morreu com seu criador, Hugo Gray, no início dos 80. Em 1933, Gray, fotógrafo amador, exibiu fotos em que uma sombra gigantesca sugeria a existência do monstro no lago. Quando Gray faleceu, anotações encontradas entre seus papéis revelaram que ele montara a farsa com o intuito de atrair turistas.
Monstro do Lago Ness pode ser uma farsa
Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko.
Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados.
No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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Funcionou!
Olha o disparati deste post: O Título diz: “Monstro do Lago Ness pode ser uma farsa”. No meio do texto está a frase: “ele montara a farsa com o intuito de atrair turistas”.
Este é e sempre foi um tema controverso, cheio de evidências e nenhuma prova. A verdade está lá fora, pra todo mundo ver, não existe nada mais além do que já conhecemos no universo.
Para um mito ser verdade, precisa-se de apenas três pessoas que convençam mais três pessoas cada pra sustentar uma farsa.
Dizem que isto não passa de uma tromba de elefante. Tinha um circo nas redondezas na época e levaram os bichos para tomar banho. Bom, nunca fui atrás da história para confirmar a veracidade, mas a coisa realmente parece a tromba de um elefante.