Relato do Leitor: “Filmamos e fotografamos mas nosso material foi apagado”

Renê Fraga
12 min de leitura

A convite do Arquivo UFO, o leitor e blogueiro Richard Max, do blog Richard Max Tech, enviou seu relato ufológico no qual descreve um caso intrigante em que ele e alguns amigos não conseguem se esquecer até hoje.

richard-max“Posso dizer que foi um encontro imediato de primeiro grau, já que estava a menos de 15 metros do objeto. É algo que nunca vou esquecer. Nos tentamos filmar e fotografar mas não foi possível registrar nada. Nunca contei meu relato antes, esta é a primeira vez que mais pessoas poderão saber o que aconteceu naquele dia”, disse Richard em contato com o blog,

Abaixo, você confere na íntegra todo o relato, incluindo as emoções do próprio Richard em contar sua história:

“Bom aconteceu entre 1997 /1999 não me recordo exatamente do ano, mas foi em um feriado de Tiradentes, pois sempre íamos para o mesmo lugar, afinal éramos novos e uma turma junta sempre queria ir para um lugar para churras e bebida.

Bom vamos começar do inicio senão fica uma zona aqui. Quando era mais novo tinha uma turma muito unida que praticamente se encontrava todos os dias antes depois do colégio, e sempre viajávamos juntos.

Dois de nossos amigos tem um sitio na cidade de Pinhalzinho, posso dizer um mega sitio para
churras, namoros, paintball e muito mais, e era nosso refugio predileto em férias e feriados. Bom já tínhamos ido centenas de vezes e apenas 2 vezes curiosamente no mesmo feriado
aconteceram duas coisas.

A primeira aconteceu no primeiro dia, poucas horas depois que chegamos, estávamos na
cozinha e um cachorro do mau, um belo pastor negro enorme, mas totalmente
brincalhão, que estava com a gente na cozinha começou a latir freneticamente na cozinha,
diretamente para a porta, mas de uma forma totalmente agressiva, com olhos e bocas
totalmente fora do comum, como se tivesse pronto para nos defender, agora imaginem
a cena, 6 “homens” ( que não tinham mais de 21 na época) com um cachorro que ficou
totalmente maluco latindo, dentro da casa e na cozinha!!!

O que fizemos??

OBVIO, pegamos facas, vassouras, abrimos a porta da sala e corremos por fora para
pegar seja lá o que foi que fez o Atila (lembrei o nome) ficar daquele jeito. Mas para nossa surpresa o Atila correu também mas entrou na nossa frente com o pelo todo arrepiado e boca arreganhada, e partiu para cima da gente, não para morder, mas para não deixar que a gente fosse até la.

De repente escutamos um barulho muito ruim, que me da arrepios até hoje. E o Atila se virou e partiu pro local do grunhido, e ai corremos atrás dele já que tinha realmente algo estranho, mas que se dano éramos 6 mais o cachorro, e ele era um.

Mas o atila correu muito e entrou no mato, e nós começamos a entrar também, agora mais preocupados com o Atila que tinha parado de latir, e de repente escutamos o Atila gritando,
mas de DOR e voltando correndo pra onde estávamos e parando ao nosso lado, assustado, não estava machucado, mas estava totalmente apavorado, e mesmo demonstrando mais confiança
agora ao nosso lado era nítido o pavor no olho dele.

Aquele som horrível novamente apareceu desta vez mais perto da gente, e o Atila recuou, e de
repente vimos algo no mato, mas desculpem amigos faltou coragem aos 6 mais o cachorro, só deu
pra ver um vulto, algo não muito grande, mas assustador o suficiente para um Pastor Belga
ENORME recuar, então se ele fez isso achamos (ok não achamos, ficamos morrendo de medo)
melhor voltar pra casa correndo.

Entramos, trancamos tudo, pegamos tudo que tinha cortante, facas, tesouras, paus, vassouras
e o que mais a gente achou, e fomos todos para um dos quartos, e o Atila latindo na porta
da cozinha. Seja lá o que era que estava lá fora jamais saberemos, pois nunca conseguimos
ver, mas confesso que foi uma das piores e mais assustadoras noites de nossas vidas, pois
essa coisa rodeou a casa a noite toda, sem parar, e o Atila não dormiu seguia os passos dela
por dentro da casa, todas as portas, todas as janelas, onde ele parecia estar o atila estava, e
nós acabamos vigiando a casa por dentro divididos em 3 duplas, para evitar que a tal coisa
entrasse na casa.

Bom nem precisa falar que ninguém dormiu com medo, mas nada além do grunhido que
parecia entrar na alma rondando a casa aconteceu. Dormimos o dia todo, já que de manhã o barulho sumiu e o Atila acalmou, então se ele relaxou a gente sabia que também podia.

Acordamos tarde, e resolvemos comer macarrão e deixar o churras e bebida pro dia seguinte,
mas depois de comer (lá pelas 23 horas) resolvemos fazer o que mais gostávamos. Fazer uma lareira, sentar em volta dela com marshmallow e batata, refrigerante, e a cerveja deixamos para o dia do churras, e uma vara de bambu para atrair morcegos para baterem na vara, era nossa diversão, pois quando eles vinham a gente se jogava no chão de medo de ser atacado.

Bom já passava de 2 da manha, e estava um frio gostoso, e de repente estava um silencio
digamos mortal, sabe? Tudo parou, insetos, vento animais, nada fazia barulho, e um de nossos
amigos disse, olhem aquilo no céu que estranho.

Todos os olhamos. Tinha algo no céu que não fazia parte do céu, estava bem longe mas dava pra ver um fundo negro fosco, que aparecia no céu, mesmo escuro. Ficamos olhando e alguém falou vamos
pegar maquina fotográfica (de rolo ainda) e a filmadora (de fita) e tirar foto e filmar isso.

Entramos todos e fomos pegar as coisas, e na volta o Atila novamente estava meio nervoso,
não como antes mas com os pelos todos de pé, como se estivesse esperando algo acontecer,
voltamos para a lareira, e sentamos e quando olhamos para cima assustamos.

O que tínhamos visto lá em cima estava agora praticamente em cima da casa, chuto uns
15 metros de altura, enorme, cobria a casa toda, o campo a quadra de tênis e tudo mais, juro
por deus e pela minha filha que isso não é mentira, era algo totalmente monumental, e ao mesmo tempo aterrorizante.

Ele ficou ali em cima da gente por uns 10 minutos, parado, em total silencio, não consigo
entender até hoje como aquele treco enorme com mais de 30 metros no mínimo conseguia
ficar ali parado sem sequer fazer um barulho.

Ficamos olhando tirando foto e filmando, até que um amigo falou, gente estou com medo, e
se…… Nessa hora ficamos todos petrificados, e se aquela coisa estivesse ali pra pegar a gente? E se aquela coisa da noite anterior viesse daquilo?

Bom apesar do meu medo, eu confesso, eu sempre quis ter um contato, desde pequeno, e
virei pro meu amigo Daniel e falei, Dan estou com vontade de fazer você sabe o que, né? Ele na hora me falou, sei, mas na boa, não vai ser uma boa ideia, seja lá o que tem ali, é o que
estava ontem aqui e não tinha cara de amigo.

Gelei e concordei, pois realmente podia ser algo não muito legal de acontecer.

De repente o Atila sai que nem louco descendo a entrada do Sitio e desta vez nos todos nos
enchemos de coragem e fomos buscar ele antes que ele se machucasse.

Descemos com pau e pedra para pegar seja lá o que estivesse ali, mas para nosso espanto o
Atila parou, na estrada terra uns 900 metros da casa. Paramos do lado dele e olhamos para
cima, e aquele disco enorme que estava em cima da casa, estava na nossa frente, novamente
uns 15 metros de altura, mas desta vez, ele veio um pouco mais para cima da gente e
simplesmente sumiu pra cima.

Nunca vou esquecer esses dois dias do feriado, muito menos ver o disco na minha cabeça e
depois na minha frente, era um disco, mas liso, preto, com alguns tons de azul nas laterais
dele, chegou sem aviso, e ficou acho nos observando, ou quem sabe veio pegar aquela coisa
que fez barulho no dia anterior, e lá na estrada de terra sumiu mais rápido que qualquer coisa
que já vi na vida.

Fomos todos dormir sem falar nada, no dia seguinte mantivemos a rotina mas dessa vez
enchemos a lata, já que não íamos embora dali por mais uns 4 dias, e não falamos mais no
assunto. Quando chegamos eu e mais um amigo corremos para a loja de revelação para ver o que
tínhamos, afinal torramos dois filmes de 36 poses, além de filmar tudo.

Para nossa tristeza, nada nem na filmadora, nem nas fotos, tudo preto, tudo apagado, uma
pena. Bom não espero que ninguém acredite em mim, afinal sem provas fica difícil comprovar.

Mas sei o que vi, sei o que senti, e sei que nunca mais irei esquecer aquele feriado. E uma coisa eu não tenho duvida, seja lá o que tem lá em cima, existe, se são amigos, não sei,
mas um dia vou descobrir”

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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