Cientistas planejam unir células vivas e eletrônicas em tecido cibernético

Renê Fraga
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tecido-cyborgCientistas da Harvard University desenvolveram nos seus laboratórios as primeiras amostras de um tecido cibernético – células vivas e células eletrônicas.

Os cientistas conseguiram entrelaçar neurónios, células cardíacas, musculares e vasos sanguíneos com nano fios e transístores.

As novas células agem normalmente, mas o seu aspecto eletrônico funciona como uma rede de sensores, permitindo que um computador possa estabelecer diretamente uma ligação com elas.

Aparentemente, se algum dia for necessário produzir tecido cibernético, basta utilizar um andaime tridimensional para estimular o crescimento das células ao seu redor. Os andaimes são feitos de colágeno, que compõe o tecido conjuntivo de quase todos os animais. Os cientistas de Harvard utilizaram o comum colágeno, e entrelaçaram com nano fios e transístores para criar os andaimes nano eléctricos.

Os neurónios, células cardíacas, musculares e vasos sanguíneos foram depois cultivados normalmente, produzindo assim tecido cibernético. Até ao momento, a equipa de Harvard já conseguiu desenvolver tecidos de ratos, mas também conseguiu desenvolver um vaso sanguíneo humano e cibernético de 1.5 centímetros.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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