Restos de Mamute alimentam esperanças de possível clonagem

Renê Fraga
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mamute

Uma expedição descobriu restos bem preservados de um mamute, na região da Sibéria Yakutia.

Amostras de pele e ossos foram recuperados através de um túnel cavado oferecendo a possibilidade de encontrar DNA intacto que poderia ser usado para clonar o animal.

Muitos na comunidade científica no entanto continuam céticos de que será possível recuperar o DNA possivelmente degradado ao longo do tempo, fazendo com que o conceito de produzir um espécime vivo através da clonagem sejam altamente improváveis.

Mamutes apareceram pela primeira vez há mais de 4,8 milhões de anos e viveram até recentemente há 5.000 anos. Acredita-se que uma combinação de mudanças climáticas e a caça humana levaram a sua eventual extinção.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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