Cientistas resolvem mistério da rota de voo de abelhas

Renê Fraga
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Uma equipe da Universidade Queen Mary e Royal Holloway University, em Londres, ligaram pequenas antenas a dezenas de abelhas para acompanhar a localização dos insetos e ver como eles interagem com pólen e néctar.

Em um esforço para entender melhor os padrões de voo da abelha comum, os cientistas ligaram pequenas antenas nos insetos para que eles pudessem rastreá-los enquanto voavam de flor em flor.

O que a equipe descobriu foi que, apesar de ter um cérebro do tamanho de uma semente de grama, as abelhas foram capazes de calcular a rota mais eficiente para a captura de alimentos, tanto quanto possível e voltar para o seu ninho.

Os resultados reforçam as capacidades incríveis de insetos, apesar seu tamanho minúsculo cérebro. "Mesmo sem o benefício de um GPS, elas podem trabalhar da maneira mais rápida para fazer o seu trabalho", disse o co-autor Dr. Nigel Raine.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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