Mosquito do vírus Zika foi geneticamente modificado

Renê Fraga
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mosquito

Em 2012, uma empresa britânica teria liberado no Brasil mosquitos modificados geneticamente para tentar acabar com a reprodução da especie mas o experimento não teve êxito.

A deflagração e a propagação do vírus Zika, que tem assustado o mundo, pode trazer riscos ao feto durante a gravidez e estaria relacionada aos mosquitos geneticamente modificados.

Para tentar combater a dengue e a Chikungunya em 2012, a empresa britânica de biotecnologia Oxitec modificou os mosquitos e os lançou no Brasil com a suposta intenção de reduzir a quantidade de mosquitos transmissores de doenças.

De acordo com a Oxitec, os mosquitos machos infectados da espécie Aedes Aegypti, ao reproduzir com a fêmea, produziria filhotes modificados que morreriam antes da idade de reprodução. No entanto, o antibiótico tetraciclina, encontrado no solo, deu sobrevida de 15% aos filhotes.

Especialistas alertaram que esta experiência poderia causar mais problemas do que ser um sucesso. Uma das pessoas a afirmar tal teoria contraditória foi a Dra. Helen Wallce, do Instituto GeneWatch.

Até o momento mais de 1,5 milhão de pessoas estão infectadas com o vírus.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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