China tem interesse em ser a primeira a descobrir formas de vida alienígenas

Renê Fraga
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Um pouco mais de 50 anos atrás, os Estados Unidos e a União Soviética – superpotências da época – estavam envolvidas em um dos mais interessantes conflitos na história da humanidade.

Apesar de seus exércitos ainda estavam lutando na Terra, durante os anos de 1960 os soviéticos e os americanos se envolveram em uma guerra através do espaço.

Durante anos os dois países dedicaram grandes esforços para construir uma tecnologia capaz de trazer os homens para além das fronteiras estabelecidas pela atmosfera planetária, tecnologia que nos levou a descobrir muitas coisas sobre o espaço.

Atualmente, embora o conflito seja muito mais underground, uma nova potência emergente – a China – se juntou a competição em companhia dos Estados Unidos.

Recentemente um dos maiores telescópios de rádio começou a operar. Construído por autoridades chinesas na província de Guizhou com o objetivo de evitar qualquer interferência com os sinais recebidos pelo telescópio.

O dispositivo gigante, equipado com um sistema de captação com 500 metros de diâmetro, irá detectar sinais de rádio mais fracos do espaço na esperança de obter informações sobre possíveis ondas de rádio alienígenas. O telescópio terá uma sensibilidade duas vezes maior do que a de Arecibo, hoje considerado o mais sensível no mundo.

O súbito interesse dos chineses no espaço tem sido suspeito. Embora eles tenham sido eficazes em detectar coisas como estrelas de nêutrons, muitas vezes relacionadas com a possibilidade de encontrar outras civilizações.

Durante décadas, a sociedade chinesa foi caracterizada pelo segredo: muitas coisas que aconteceram lá foram não divulgadas para o mundo. Incluindo o avistamento de objetos voadores não identificados, cuja a existência foi negada e escondido por anos.

Recentemente, este sigilo foi quebrado por completo, com a notícia de que nos últimos 5 anos 3 aeroportos chineses foram obrigados a fechar temporariamente com aparecimento desses objetos.

A construção rápida do telescópio tem levado especialistas a crer que a China está em no meio de uma corrida para anunciar a existência de vida extraterrestre.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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