Cientistas revivem formas de vida de 10.000 anos

Renê Fraga
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Em um avanço notável, os micróbios presos dentro de cristais de cavernas foram trazidos de volta à vida.

Os organismos foram encontrados encerrados dentro de eixos de gesso encontrados em cavernas da montanha Naica, no México – um lugar que se tornou sinônimo com o estudo da vida sobrevivendo em ambientes extremos.

Incrivelmente, depois de extrair micróbios de dentro dos cristais, os cientistas foram capazes de revivê-los apesar do fato de que eles tinham sido presos lá por entre 10.000 e 50.000 anos.

“Haviam reivindicações sobre a antiguidade dos organismos e se eles estavam ainda vivos, mas neste caso estes organismos são tudo muito extraordinários – não são estreitamente relacionados a qualquer coisa nas bases de dados genéticos conhecidos,” disse a doutor Penelope Boston.

As cavernas da montanha de Naica estão entre os ambientes os mais hostis na terra. Qualquer coisa que tente sobreviver lá tem que lidar com a escuridão permanente, asfixiando em temperaturas e níveis de acidez altos.

O fato de que os micróbios recuperados das cavernas podem ser revividos mesmo depois de dezenas de milhares de anos demonstra o quão incrivelmente resistente a vida pode ser.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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