Mistério da Cachoeira de Sangue da Antártida ganha nova explicação

Renê Fraga
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Os pesquisadores fizeram uma nova descoberta em relação a um dos recursos naturais mais incomuns da Antártida.

Descoberto pela primeira vez em 1911, a desconcertante cor vermelho-sangue da bem conhecida ‘Cachoeira de Sangue’ da Antártida permaneceu um tópico de intrigas e debates científicos durante anos.

Estudos iniciais apontavam para o resultado de algas vermelhas. Uma segunda explicação foi dada a partir da ideia de a salmoura rica em ferro, ao entrar contato com a água e o ar, ficaria vermelha.

Agora, após um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Alaska Fairbanks e do Colorado College, uma fonte extensa de água salgada foi encontrada sob a geleira e poderia explicar onde esta água salobra está realmente vindo.

Para encontrá-la, a equipe usou um tipo especial de radar para rastrear o fluxo de água até a cachoeira.

“Embora pareça contra-intuitivo, a água liberta calor à medida que congela, e o calor aquece o gelo mais frio”, disse o geólogo Erin Pettit da UAF.

“O calor e a baixa temperatura de congelamento da água salgada tornam possível o movimento do líquido”, disse um dos pesquisadores.

“A geleira é a mais fria conhecida para ter água persistentemente fluindo”.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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