Cientistas desenvolvem novo método para encontrar alienígenas

Renê Fraga
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A falta de monóxido de carbono em um mundo rico em metano poderia indicar a presença de vida extraterrestre.

Um dos métodos mais comuns utilizados para determinar a habitabilidade de um planeta é procurar evidências de oxigênio em sua atmosfera – algo que é um importante indicador da vida aqui na Terra.

Mas e se as formas de vida em outros mundos não produzem oxigênio?

“Nós não queremos colocar todos os nossos ovos em uma cesta”, disse o co-autor do estudo, Joshua Krissansen-Totton.

“Mesmo que a vida seja comum no cosmos, não temos ideia se será a vida que faz oxigênio. A bioquímica da produção de oxigênio é muito complexa e pode ser bastante rara”.

Para resolver este problema, os cientistas analisaram as condições atmosféricas que existiam no passado distante da Terra – um momento em que a atmosfera estava cheia de uma mistura de gases muito diferente.

“Precisamos buscar metano e dióxido de carbono bastante abundante em um mundo que tenha água líquida em sua superfície e encontrar uma ausência de monóxido de carbono”, disse o co-autor do estudo, David Catling.

“Nosso estudo mostra que essa combinação seria um sinal convincente da vida”.

“O que é excitante é que nossa sugestão é realizável e pode levar à descoberta histórica de uma biosfera extraterrestre em um futuro não muito distante”.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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