Pentágono pode revisar dados de radar para investigar ameaças não reportadas

Renê Fraga
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O Comandante da América do Norte, General Glen VanHerck, afirmou que poderá haver uma revisão dos dados de radar não filtrados para investigar a existência de objetos anteriormente não relatados.

Durante uma sessão de perguntas e respostas da imprensa, foi questionado o motivo de não terem alterado as portas de velocidade do radar quando o programa de balão chinês foi informado pela inteligência em agosto.

A situação é considerada um fracasso total, já que há muito tempo foram ignoradas ameaças emergentes e nem mesmo os próprios pilotos de caça, com autorizações de segurança, tinham como relatar tais incidentes.

O Pentágono optou por ser cego para essas ameaças, o que gerou preocupações em relação à segurança nacional.

O tom adotado na sessão de perguntas e respostas sugere que ainda há falta de informações precisas em relação a esses objetos.

É esperado que o Pentágono adote uma postura mais transparente em relação ao assunto, já que há relatos de que os objetos estão sendo abatidos em território americano.

A ameaça de baixo nível é considerada uma das mais preocupantes neste momento, e o país não está preparado para lidar com ela. O conhecimento de tais ameaças pode ser fundamental para a segurança nacional, e a falta de transparência e informação pode gerar consequências graves.

É necessário que o Pentágono reveja suas políticas e se torne mais aberto e transparente em relação ao assunto.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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