Cientista de Harvard busca provar que meteorito que explodiu sobre o Oceano Pacífico em 2014 era uma sonda alienígena

Renê Fraga
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Você acredita em vida extraterrestre? Avi Loeb, físico da Universidade de Harvard, tornou-se conhecido por acreditar que aliens já fizeram contato com a Terra. E, agora, ele está em busca de evidências.

Loeb, que passou anos trabalhando em parceria com militares dos EUA, está liderando uma expedição no valor de US$1,5 milhão para encontrar pistas sobre a origem de um meteorito encontrado sobre a Papua Nova Guiné em 2014 e confirmado em 2022 como sendo o primeiro visitante interestelar na Terra.

Depois de anos de planejamento, Loeb afirma ter garantido um “dream team” e um barco para procurar os fragmentos do meteorito. O físico, agora, planeja vasculhar o fundo do oceano usando coletores de areia, alguns com ímãs, para localizar o que acredita ser tecnologia de origem extraterrestre.

Mesmo diante da possibilidade de fracasso, Loeb permanece otimista e acha que essa pode ser a prova que faltava. Será que vamos descobrir que não estamos sozinhos no universo? A expedição de Loeb ainda é um passo importante em direção a desvendar o mistério sobre o que causou a explosão em 2014.

Para ele, é crucial provar que o meteorito continha tecnologia alienígena, o que poderia significar a existência de vida inteligente em outros planetas. No entanto, Loeb é condescendente ao admitir que muitas pessoas discordam de suas teorias sobre vida extraterrestre e sua missão pode não obter sucesso.

Em última análise, ele ressalta que é necessário uma grande quantidade de evidências para comprovar a existência de vida extraterrestre e que essa expedição pode ser uma grande oportunidade de começar a desvendar um dos maiores mistérios científicos de nossos tempos.

A busca por vida fora da Terra é um dos campos mais emocionantes e em constante evolução na ciência e, mesmo que a expedição de Loeb não encontre a tão procurada prova de vida, ela é uma lembrança constante do vasto universo que estamos apenas começando a explorar.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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