Intrigante anomalia magnética sobre a Terra que preocupa a NASA há dois anos

Renê Fraga
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A NASA está monitorando uma estranha anomalia no campo magnético da Terra há dois anos, uma região gigante de baixa intensidade magnética que se estende entre América do Sul e o sudoeste da África.

Apelidada de South Atlantic Anomaly (SAA), essa anomalia tem preocupado os cientistas, especialmente os pesquisadores da NASA, devido à vulnerabilidade dos satélites e naves espaciais à diminuição da força do campo magnético dentro da região.

Mas além da preocupação com a tecnologia espacial, essa anomalia oferece uma oportunidade única para estudar um fenômeno complexo e misterioso. O campo magnético da Terra é uma superposição de campos de muitas fontes de corrente, e a SAA é causada por uma massa de ferro fundido que se move dentro do núcleo externo da Terra, gerando correntes elétricas que criam o campo magnético. No entanto, a SAA é um mistério que ainda não foi totalmente compreendido, apesar de novas pesquisas e descobertas terem sido feitas recentemente.

Os cientistas descobriram que a SAA está lentamente se movendo em direção noroeste e parece estar se dividindo em duas células distintas, cada uma representando um centro separado de intensidade magnética mínima dentro da maior anomalia. A evidência sugere que a anomalia é um evento magnético recorrente que pode ter afetado a Terra por aproximadamente 11 milhões de anos.

Continuar monitorando a SAA é fundamental para a compreensão do campo magnético da Terra e para a segurança da tecnologia espacial. Além disso, os dados coletados podem ajudar a melhorar a segurança dos satélites e naves espaciais que orbitam a Terra, permitindo avanços científicos e tecnológicos no futuro.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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