Cientistas investigam a possibilidade de estarmos em uma simulação

Renê Fraga
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Um novo estudo está trazendo à tona a intrigante possibilidade de que o mundo em que vivemos pode ser uma simulação computacional.

A ideia de que a humanidade está imersa em uma realidade simulada foi explorada no famoso filme de ficção científica “Matrix”, dos irmãos Wachowski. No entanto, quão plausível é essa teoria?

Melvin Vopson, professor associado de física da Universidade de Portsmouth, propõe que evidências da teoria da realidade simulada podem ser encontradas nas leis da física que regem a informação, como a informação genética no DNA ou a informação digital armazenada em um computador.

No ano passado, Vopson e seu colega Serban Lepadatu propuseram uma nova lei da física chamada segunda lei da infodinâmica, que, quando aplicada a uma variedade de sistemas de informação diferentes, “fornece evidências científicas que parecem fundamentar a hipótese do universo simulado”.

“É verdadeiramente notável que [a segunda lei da infodinâmica] seja aplicável a tantos sistemas tão diversos entre si, e a extrapolação para a universalidade é bastante segura”, afirmou Vopson.

No entanto, ele ressalta que o estudo atual não é suficiente para afirmar categoricamente que vivemos em uma simulação. Vopson espera que seu trabalho estimule mais pesquisas e que cientistas talentosos encontrem novas formas de comprovar ou refutar essa teoria fascinante.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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