O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter, que faleceu recentemente em 29 de dezembro aos 100 anos, foi muito mais do que um político e humanitário admirado.
Ele também teve um intrigante encontro com o desconhecido, que alimentou debates e especulações entre entusiastas da ufologia por décadas.
Carter não apenas se interessava pelo fenômeno dos OVNIs, mas também testemunhou algo inexplicável em 1969, muito antes de assumir a presidência dos Estados Unidos.
Tudo aconteceu em uma pequena cidade da Geórgia, enquanto ele aguardava para discursar em uma reunião do Lions Club, em Leary. Foi ali que um grupo de pessoas o chamou para observar um objeto peculiar no céu.
O que ele viu foi descrito como uma luz brilhante que se aproximava, parava a curta distância e, de forma impressionante, mudava de cor antes de desaparecer no horizonte. “Era uma luz verde que apareceu no céu ocidental, logo após o entardecer.
Ela ficou mais intensa, mudava, e depois simplesmente desapareceu. Nunca vimos nada parecido”, recordou ele em 1973. O avistamento deixou todos perplexos.
O incidente foi levado tão a sério por Carter que, alguns anos depois, quando já era governador da Geórgia, ele submeteu um relatório ao International UFO Bureau, detalhando o que presenciou naquela noite.
Durante sua campanha presidencial, ele chegou a prometer que tornaria públicas todas as informações relacionadas a avistamentos de OVNIs, caso fosse eleito. No entanto, por razões atribuídas à segurança nacional, essas revelações nunca aconteceram.
Anos depois, em uma entrevista de 2007, Carter rejeitou a ideia de que o que ele viu poderia ser o planeta Vênus, uma explicação comum para avistamentos semelhantes. Ele considerava mais provável que fosse algum tipo de aeronave militar secreta.
Apesar disso, Carter permaneceu cético sobre visitas alienígenas à Terra e negou qualquer teoria de que o governo estaria acobertando evidências de vida extraterrestre.
Seu relato, porém, continua a intrigar aqueles que buscam respostas para os mistérios que nos cercam, reafirmando que, mesmo entre os grandes líderes, o desconhecido tem um poder fascinante.
