Bigfoot já foi incluído em um atlas oficial do exército dos EUA

Renê Fraga
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Imagine abrir um livro oficial do governo americano e, entre mapas detalhados, dados ambientais e informações sobre a vida selvagem, se deparar com uma seção inteira dedicada ao Bigfoot (aka. “Pé Grande” no português).

Pois é exatamente isso que aconteceu em 1975, quando o Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA publicou The Washington Environmental Atlas, um guia de 114 páginas que custou US$ 200 mil para ser produzido.

O atlas, que levou anos para ser compilado, cobria tudo sobre o estado de Washington: rios, florestas, sítios arqueológicos e, surpreendentemente, o lendário Sasquatch.

Em uma seção dedicada à vida selvagem, os autores trataram a criatura criptozoológica como se fosse um animal real e aceito, descrevendo suas características físicas com detalhes impressionantes.

O livro menciona, por exemplo, o tamanho dos pés do Bigfoot, baseado em moldes de pegadas, e até suas feições faciais. Além disso, há referências a amostras de cabelo analisadas pelo FBI, que não corresponderam a nenhuma espécie conhecida.

O mais intrigante é que o atlas não apenas aborda o Bigfoot, mas também faz menção a criaturas similares avistadas na antiga União Soviética.

Apesar de reconhecer que a existência do Sasquatch é disputada, a decisão de incluí-lo em uma publicação tão séria e cara continua sendo um mistério.

Imagem relacionada a Bigfoot já foi incluído em um atlas oficial do exército dos EUA
Imagem relacionada a Bigfoot já foi incluído em um atlas oficial do exército dos EUA

Para completar, os autores até brincaram com a situação, incluindo uma caricatura na mesma página que ironiza a escolha.

Essa curiosidade histórica nos faz questionar: por que um órgão oficial do governo americano dedicaria espaço a uma criatura criptozoológica?

Seria uma piada interna, um aceno à cultura popular ou algo mais profundo? Enquanto o mistério permanece, a inclusão do Bigfoot no atlas continua a alimentar a imaginação de entusiastas de ufologia, criptozoologia e teorias dos antigos astronautas.

Afinal, quem sabe o que mais os arquivos oficiais podem estar escondendo?

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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