Algo misterioso e inexplicável parece estar habitando as profundezas dos nossos oceanos, e até agora, ninguém conseguiu decifrar o que exatamente seria.
Enquanto os veículos aéreos não identificados (UFOs) têm dominado as manchetes nos últimos anos, testemunhas da Marinha dos EUA também relataram um fenômeno igualmente intrigante: objetos subaquáticos que se movem a velocidades impressionantes e, em alguns casos, são capazes de transitar entre a água e o ar como se não houvesse barreiras físicas.
Em uma entrevista recente com o ex-congressista Matt Gaetz, o republicano Tim Burchett — conhecido por sua postura crítica sobre a suposta retenção de informações sobre UFOs e visitantes extraterrestres pelo governo dos EUA — revelou um relato chocante que recebeu de um almirante da Marinha.
Segundo Burchett, o almirante descreveu um objeto enorme, do tamanho de um campo de futebol, que se movia a centenas de quilômetros por hora debaixo d’água.
“Foi um caso documentado, e eu tenho um almirante me contando isso”, afirmou Burchett, reforçando a credibilidade da informação.
Apesar das implicações assustadoras que um avistamento como esse poderia ter, Burchett não parece estar preocupado com uma possível ameaça extraterrestre.
“Eu não estou preocupado com [visitantes alienígenas] me machucarem”, disse ele. “Quer dizer, com essa tecnologia, eles já teriam nos ‘churrasqueado’ há muito tempo.”
A fala descontraída do congressista reflete uma visão comum entre os entusiastas da ufologia: se os alienígenas quisessem nos destruir, já teriam tido inúmeras oportunidades para isso.
No entanto, o Pentágono, que investiga UFOs há anos, mantém uma postura cética em relação à existência de visitantes extraterrestres.
Um relatório oficial divulgado no ano passado concluiu que a maioria dos avistamentos tem explicações convencionais, como fenômenos naturais ou tecnologia humana.
Ainda assim, muitas pessoas — incluindo figuras dentro do próprio governo dos EUA — acreditam que há muito mais por trás desse assunto do que as autoridades estão dispostas a admitir.
E, enquanto os mistérios dos oceanos e dos céus continuam a nos intrigar, a busca por respostas só parece estar começando.
