A Lua é um satélite natural ou uma obra de engenharia extraterrestre?

Renê Fraga
3 min de leitura
Photo by Bruno Scramgnon on Pexels.com

A Lua, nosso companheiro celeste mais próximo, pode ser muito mais do que aparenta. Evidências e teorias sugerem que ela pode ser uma estrutura artificial, projetada e colocada em uma órbita precisa ao redor da Terra.

De acordo com pesquisas e análises, a Lua possuiria uma camada externa de poeira e rochas com cerca de 5 km de espessura, seguida por uma casca sólida de aproximadamente 32 km, composta por materiais altamente resistentes, como titânio, urânio 236 e neptúnio 237.

Esses elementos não são comuns em corpos celestes naturais, levantando questões intrigantes sobre sua origem.

Apesar das seis missões tripuladas à Lua entre 1969 e 1972, nosso satélite natural continua sendo um enigma para a ciência.

O Dr. Robert Jastrow, primeiro presidente da Comissão de Exploração Lunar da NASA, chamou a Lua de “a Pedra de Roseta dos planetas”, na esperança de que ela revelasse segredos sobre a formação do sistema solar.

No entanto, décadas depois, ainda estamos longe de entender sua verdadeira natureza. A Lua é mais complexa do que se imaginava: possui camadas distintas de rochas, minerais pesados em sua superfície e uma ausência surpreendente de água, algo que desafia as teorias convencionais.

Um dos mistérios mais intrigantes é a presença de rochas magnetizadas na Lua, apesar da ausência de um campo magnético global. Além disso, estudos sísmicos realizados durante as missões Apollo sugerem que a Lua pode ser oca.

Em 1969, após o módulo lunar da Apollo 12 ser lançado de volta à superfície, os instrumentos sísmicos captaram vibrações que ecoaram por mais de uma hora, como se a Lua fosse um sino.

Esse comportamento é incompatível com um corpo celeste sólido e homogêneo, reforçando a hipótese de uma estrutura interna incomum.

Outro fato surpreendente é a descoberta de elementos como bronze, mica, anfibólio e titânio quase puro em rochas lunares. Além disso, partículas de ferro à prova de ferrugem foram encontradas no solo da Lua, algo que não pode ser explicado por processos naturais conhecidos.

Essas anomalias levantam a possibilidade de que a Lua tenha sido colocada intencionalmente em órbita por uma civilização avançada, talvez como um observatório ou até mesmo uma base alienígena.

A teoria dos antigos astronautas ganha força diante dessas descobertas, sugerindo que nosso satélite pode ser uma das maiores evidências de intervenção extraterrestre na história da Terra.

Seguir:
Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
Nenhum comentário