AARO publica nova análise do famoso vídeo OVNI da Marinha dos EUA, ‘Go Fast’

Renê Fraga
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O vídeo conhecido como “Go Fast”, que há anos circula na internet e gera debates acalorados na comunidade ufológica, acaba de receber uma nova análise do Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios (AARO, na sigla em inglês).

A filmagem, que supostamente foi capturada por um caça F/A-18F Super Hornet da Marinha dos EUA em 2015, mostra um objeto se movendo rapidamente sobre o oceano. O clipe ganhou notoriedade após ser vazado online em 2018 e, posteriormente, oficialmente divulgado pelo Departamento de Defesa em 2020.

Desde então, ele se tornou um dos casos mais emblemáticos na discussão moderna sobre fenômenos aéreos não identificados.

O vídeo, junto com outros registros semelhantes, foi um dos responsáveis por reacender o interesse global pelo tema OVNIs e até influenciou a realização de audiências no Congresso dos EUA para discutir o assunto.

No entanto, a nova análise do AARO parece desmistificar parte do fascínio em torno do “Go Fast”.

Segundo o relatório, o objeto não estava realizando manobras extraordinárias, como muitos especulavam, mas sim se movendo a uma altitude de aproximadamente 13.000 pés, impulsionado pelo vento, com velocidades variando entre 8 km/h e 148 km/h.

O relatório do AARO afirma, com “alta confiança”, que a aparente velocidade anômala do objeto pode ser explicada por um efeito óptico conhecido como paralaxe de movimento.

Esse fenômeno ocorre quando um objeto parado ou em movimento lento parece se deslocar rapidamente devido à perspectiva de um observador em movimento – no caso, o caça que filmou a cena.

Essa conclusão contrasta diretamente com as teorias anteriores que sugeriam capacidades tecnológicas além do conhecido pela ciência humana.

A reação à nova análise tem sido polarizada. Céticos celebram o relatório como uma confirmação de suas dúvidas sobre o caso, enquanto entusiastas e pesquisadores questionam a metodologia e a transparência do AARO.

Para muitos, o relatório não encerra o debate, mas sim abre novas perguntas sobre como fenômenos como esse são investigados e divulgados. Uma coisa é certa: o “Go Fast” continuará a ser um dos casos mais intrigantes e discutidos na ufologia moderna.

Confira o vídeo original abaixo e tire suas próprias conclusões!

E você, o que acha? Será que o AARO conseguiu explicar tudo, ou ainda há mistérios por trás do “Go Fast”? Deixe sua opinião nos comentários!

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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