Civilização desconhecida é encontrada no coração da Amazônia

Renê Fraga
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Uma descoberta surpreendente está revolucionando o que sabemos sobre a história da Amazônia. Graças ao desmatamento acelerado e ao uso de tecnologias como o Google Earth, pesquisadores identificaram 210 geoglifos em 200 locais distintos, espalhados por uma faixa de 250 quilômetros de extensão e 10 quilômetros de largura na floresta amazônica.

Essas incríveis figuras geométricas, zoomorfas e antropomórficas, semelhantes às famosas Linhas de Nazca, só podem ser totalmente apreciadas do alto. Mas a grande pergunta que intriga os especialistas é: por que foram criadas?

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Os vestígios dessa civilização antiga e até então desconhecida surgiram sob as densas copas das árvores da Amazônia. De acordo com os pesquisadores, 260 grandes avenidas, longos canais de irrigação e cercas para criação de animais foram avistados por imagens aéreas. A descoberta ocorreu próximo à fronteira entre Bolívia e Brasil, uma região que agora revela segredos há muito escondidos sob a espessa vegetação.

A ideia tradicional de que a Amazônia não abrigava civilizações avançadas antes da chegada dos espanhóis e portugueses no século XV está sendo desafiada. As imagens de satélite mostram uma complexa rede de cidades, estradas e estruturas que sugerem a existência de uma sociedade altamente organizada no passado distante.

Até o momento, o Google Earth tem sido uma ferramenta essencial para os pesquisadores, permitindo a identificação de estruturas que não são visíveis do solo. Entre as descobertas estão formas quadradas, retangulares, círculos concêntricos e figuras geométricas complexas, como hexágonos e octógonos, todos interligados por uma rede de amplas avenidas.

Trincheiras e fossos com profundidades que variam de 1 a 4 metros e larguras de até 12 metros também foram encontrados, organizados em padrões que incluem círculos, quadrados, retângulos e linhas paralelas. Essas figuras estão conectadas por caminhos que sugerem um planejamento urbano sofisticado.

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Embora não haja evidências de que essa civilização tenha construído pirâmides ou desenvolvido uma linguagem escrita, como os antigos egípcios, os sinais de complexidade social e a capacidade de modificar o ambiente são impressionantes.

Escavações revelaram cerâmicas, pedras esculpidas e outros artefatos que indicam ocupação humana, embora alguns locais pareçam ter tido funções cerimoniais ou defensivas. Estima-se que algumas das áreas descobertas abrigavam populações de até 70 mil habitantes, desafiando a noção de que os povos antigos da Amazônia eram apenas nômades caçadores-coletores.

A datação por radiocarbono sugere que esses geoglifos foram construídos entre 1.000 e 2.000 anos atrás, possivelmente reconstruídos várias vezes ao longo desse período. Denise Schaan, arqueóloga da Universidade Federal do Pará, destacou a importância dessas descobertas para reescrever a história pré-colombiana da Amazônia.

Enquanto isso, William Woods, geógrafo da Universidade do Kansas, provocou reflexões ao sugerir que a Amazônia do passado era uma paisagem altamente produtiva e gerenciada, muito diferente da visão atual da floresta intocada.

Essa descoberta não apenas expande nosso entendimento sobre as civilizações antigas, mas também nos faz questionar quantos outros segredos a Amazônia ainda guarda sob suas copas verdejantes.

Para os entusiastas da ufologia, da teoria dos antigos astronautas e da criptozoologia, essa é mais uma prova de que nosso planeta ainda tem muito a revelar.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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