Robbie Williams, o icônico cantor que conquistou o mundo na década de 90 como integrante do Take That e depois como astro solo, sempre foi um entusiasta do inexplicável.
Conhecido por hits como Angels, ele revelou que a inspiração para uma de suas músicas mais famosas veio de experiências com entidades paranormais durante sua infância.
Mas não para por aí: Williams também já esteve envolvido em histórias fascinantes sobre avistamentos de UFOs e até mesmo considerou comprar o famoso (e assustador) Skinwalker Ranch, no Utah, local conhecido por ser um hotspot de fenômenos paranormais, criaturas estranhas e objetos voadores não identificados.
No entanto, desde que se tornou pai, o cantor admite que suas experiências com o desconhecido mudaram de tom.
Em uma entrevista recente ao podcast Weaponized, apresentado por Jeremy Corbell e George Knapp, Williams revelou que seus encontros com UFOs diminuíram consideravelmente. Em vez disso, ele tem vivido uma série de momentos que descreve como “psíquicos”.
“Você pensa em alguém, e essa pessoa liga. Você pensa em alguém, e ela manda um e-mail”, explicou. Embora ele admita que muitos desses casos possam ser coincidências, a frequência com que isso tem acontecido recentemente chamou sua atenção.
A vida de Williams, que já foi tema de documentários e agora ganha as telonas com o filme Better Man, continua a surpreender. O longa, que narra sua trajetória, traz uma peculiaridade: o cantor é retratado como um macaco antropomórfico.
Segundo ele, a escolha reflete sua sensação de ser “menos evoluído” do que as outras pessoas. Apesar do tom humorístico, a decisão artística reforça o quão único e introspectivo Williams pode ser, tanto em sua carreira quanto em suas crenças pessoais.
Para os fãs de ufologia, teoria dos antigos astronautas e fenômenos paranormais, Robbie Williams continua sendo uma figura intrigante. Sua transição de encontros com UFOs para experiências psíquicas mostra como o mistério pode se manifestar de diferentes formas ao longo da vida.
E, como ele mesmo diz, seja coincidência ou algo mais, o inexplicável sempre tem um jeito de chamar nossa atenção.
