Os relatos sobre o misterioso mokele-mbembe, uma criatura que supostamente vive nas densas florestas da Bacia do Congo, estão se tornando cada vez mais frequentes.
Descrito como uma espécie de “dinossauro sobrevivente”, esse ser lendário, comparado a um saurópode gigante, vem alimentando a imaginação de exploradores, criptozoólogos e entusiastas do desconhecido há mais de um século.
Agora, parece que o mito está ganhando novo fôlego – mas o que está por trás desse aumento de testemunhos?
Uma das primeiras menções ao mokele-mbembe veio do capitão alemão Ludwig Freiherr von Stein zu Lausnitz, que, em 1913, ouviu relatos de moradores locais sobre uma criatura colossal durante uma expedição nas então colônias alemãs (atual Camarões).
Segundo as descrições, o animal seria um réptil enorme, do tamanho de um elefante, com pescoço longo e flexível, um chifre na cabeça e uma cauda semelhante à de um jacaré.
Curiosamente, dizia-se que ele vivia em cavernas e, apesar de seu comportamento agressivo, se alimentava apenas de plantas.
Depois de décadas de relatos esporádicos, o mokele-mbembe parece estar de volta aos holofotes, com um número crescente de pessoas afirmando tê-lo avistado. Será que estamos diante de um ressurgimento da lenda – ou há algo mais concreto por trás disso?
Especialistas sugerem que o desmatamento acelerado na região pode estar forçando animais desconhecidos a saírem de seus habitats, aumentando os encontros com humanos. Alguns desses episódios, talvez, foram interpretados como a criatura mítica.
Mas e se, por incrível que pareça, o mokele-mbembe for real? Enquanto não houver provas definitivas – como ossos, fotos claras ou um espécime capturado –, a existência desse suposto “dinossauro africano” continuará sendo um dos maiores mistérios da criptozoologia.
