O telescópio espacial James Webb acaba de revelar um achado que pode mudar tudo o que sabemos sobre a vida no universo.
Cientistas detectaram os indícios mais convincentes até agora de atividade biológica em K2-18 b, um exoplaneta localizado a “apenas” 124 anos-luz da Terra.
E o que eles encontraram na atmosfera desse mundo distante tem tudo para reacender a eterna pergunta: estamos sozinhos no cosmos?
Os dados do Webb apontam a presença de dois compostos químicos explosivos: sulfeto de dimetila (DMS) e dissulfeto de dimetila (DMDS).
Por que isso é tão relevante? Porque, até onde sabemos, essas substâncias só são produzidas por formas de vida!
A descoberta, é claro, ainda não é uma prova definitiva de alienígenas, mas representa o sinal mais forte já registrado de que um planeta fora do nosso Sistema Solar pode abrigar organismos vivos.
K2-18 b não é um mundo comum: com nove vezes a massa da Terra e 2,6 vezes seu tamanho, ele orbita a zona habitável de uma estrela anã vermelha, menor e mais fria que o Sol.
O astrofísico Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, não esconde o entusiasmo: “Esta é a evidência mais robusta até hoje de atividade biológica além do nosso sistema solar. Mas somos cautelosos — precisamos confirmar se o sinal é real e o que ele realmente significa.”
Se as análises futuras confirmarem a descoberta, este pode ser o momento que a humanidade lembrará como o grande divisor de águas.
Imagine daqui a algumas décadas olharmos para trás e percebermos que foi em 2025 que o universo vivo finalmente entrou em nosso radar.
Será que estamos à beira de responder, de uma vez por todas, se somos ou não a única forma de vida inteligente no cosmos? A esperança — e a ansiedade — nunca estiveram tão altas!
