Na recente audiência congressional sobre Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAPs), Luis Elizondo, ex-diretor do programa secreto do Pentágono AATIP, causou burburinho ao exibir uma foto supostamente mostrando um UFO gigantesco de cerca de 300 metros de diâmetro.
A imagem, tirada por um piloto comercial a aproximadamente 6.400 metros de altitude, retratava um objeto prateado e discular pairando próximo ao marco Four Corners, nos EUA – região onde se encontram os estados do Novo México, Arizona, Utah e Colorado.
A foto, divulgada pelo UAP Disclosure Fund no Twitter/X, rapidamente viralizou, alimentando teorias sobre tecnologia extraterrestre ou projetos secretos.
No entanto, como acontece frequentemente nesses casos, investigadores independentes não demoraram a descobrir a verdade por trás do “disco voador”.
O que parecia ser uma nave colossal era, na realidade… dois campos agrícolas circulares lado a lado, vistos de um ângulo específico. O local foi identificado no Google Maps, encerrando o mistério em poucas horas.
Elizondo, pressionado pela revelação, respondeu afirmando que nunca havia declarado a imagem como prova definitiva de um UFO, mas sim como um exemplo da necessidade de um sistema oficial para que pilotos relatem avistamentos incomuns.
“O objetivo era destacar a falta de um mecanismo centralizado para relatos de fenômenos anômalos”, explicou. Ainda assim, o incidente reacendeu debates sobre a importância de verificar imagens antes de apresentá-las como evidência em discussões ufológicas sérias.
Enquanto alguns fãs da ufologia ficaram decepcionados, outros viram o caso como um lembrete: nem tudo que parece extraordinário realmente é.
A busca por respostas continua, mas, desta vez, o “UFO de 300 metros” era apenas mais uma ilusão de ótica – provando que, mesmo na era da informação, nossos olhos (e câmeras) ainda podem nos pregar peças.
