Pentágono quer sistema high-tech para rastrear relatos secretos de UFOs e isso é um grande sinal

Renê Fraga
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O escritório do Pentágono responsável por investigar objetos voadores não identificados (UFOs) está prestes a dar um salto tecnológico – e isso pode revelar muito sobre o que realmente está acontecendo nos céus.

O All-Domain Anomaly Resolution Office (AARO), criado em 2022 para investigar fenômenos aéreos misteriosos (chamados oficialmente de UAPs, ou “fenômenos anômalos não identificados”), está buscando um novo sistema de inteligência artificial para gerenciar o crescente número de relatórios sigilosos enviados por pilotos, militares e outras fontes confidenciais.

Um banco de dados ultra-secreto para UFOs

Segundo informações, o Pentágono está convidando empresas de tecnologia para apresentar propostas de uma plataforma segura e inovadora, capaz de organizar e rastrear os casos com muito mais eficiência. O sistema funcionaria na mesma rede restrita que abriga o Joint Worldwide Intelligence Communications System (JWICS), usada para comunicações ultrassecretas do governo americano.

Ou seja: não é qualquer banco de dados. É algo tão protegido quanto informações de segurança nacional – o que mostra a seriedade com que os UFOs estão sendo tratados.

Por que isso é importante?

Esta é a primeira vez que o AARO solicita um sistema desse tipo desde sua criação. E o motivo é claro: o volume de relatos está aumentando, e os métodos atuais já não são suficientes.

Um porta-voz do escritório afirmou ao DefenseScoop:
“Um sistema de gerenciamento de casos ajudará o AARO a monitorar o status dos relatórios de UAPs em seus arquivos e a cumprir os requisitos de documentação – especialmente agora que o escritório planeja lançar um mecanismo público para receber relatos.”

Ou seja: além de organizar os casos já existentes, o Pentágono está se preparando para receber ainda mais relatos no futuro – inclusive de civis.

O que isso revela sobre os UFOs?

Ainda não sabemos o que está sendo avistado, mas uma coisa é certa: os militares estão levando isso muito a sério. O fato de estarem investindo em um sistema próprio e ultraprotegido sugere que:

  1. Os relatos são frequentes – e não são apenas “drones” ou “balões”.
  2. As informações são sensíveis – tanto que precisam de um sistema de inteligência militar para serem armazenadas.
  3. O AARO não vai fechar as portas tão cedo – pelo contrário, está se preparando para lidar com ainda mais casos.

Será que um dia vamos saber a verdade?

Enquanto o Pentágono mantém seus arquivos sob sigilo, o resto do mundo fica na expectativa. Mas o desenvolvimento desse novo sistema é um sinal claro de que algo grande está sendo investigado.

Quem sabe, no futuro, parte desses relatórios seja divulgada – e finalmente teremos respostas sobre o que, ou quem, está cruzando nossos céus.

E você, acredita que o governo está escondendo algo?

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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