Ex-funcionários da Área 51 afirmam que colegas foram mortos por “inimigo invisível”

Renê Fraga
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Imagine trabalhar em um dos lugares mais secretos do mundo e, anos depois, descobrir que você e seus colegas foram expostos a um perigo mortal — sem nenhum aviso.

É isso que veteranos da Força Aérea dos EUA estão revelando sobre o Nevada Test and Training Range (NTTR), a área restrita no deserto que abriga a famosa (e misteriosa) Área 51.

Segundo esses ex-funcionários, centenas de pessoas que trabalharam no local nas décadas de 70 e 80 morreram devido a doenças graves causadas por exposição à radiação. E o pior? Eles afirmam que o governo sabia dos riscos, mas decidiu esconder a verdade.

O que aconteceu lá?

Durante os anos 1970, a região foi usada para testes nucleares, e muitos trabalhadores foram expostos a níveis perigosos de radiação sem proteção adequada. Um relatório de 1975, supostamente da US Energy Research and Development Administration, teria concluído que parar os testes seria “contra o interesse nacional” — ou seja, a segurança dos funcionários foi sacrificada em nome de segredos militares.

O silêncio que mata

Até hoje, muitos detalhes sobre o que aconteceu na Área 51 continuam classificados, e os veteranos enfrentam uma batalha difícil para conseguir atendimento médico. O Departamento de Assuntos dos Veteranos dos EUA estaria negando cobertura de saúde porque, como os registros são sigilosos, não há provas oficiais suficientes da exposição à radiação.

David Crete, um ex-sargento da Força Aérea que trabalhou no local nos anos 1980, afirma que mais de 490 colegas já morreram por doenças relacionadas à radiação — e ele mesmo sofre com diversos problemas de saúde.

Traição e revolta

Mike Nemcic, outro veterano, resumiu o sentimento de muitos em uma entrevista à News Nation:

“É uma traição. Eles sabiam e decidiram esconder, porque era mais conveniente para eles não nos contar.”

Uma situação chocante, que mostra como os segredos da Área 51 podem ter custado vidas humanas. Será que um dia toda a verdade virá à tona?

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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