Principais destaques:
- Testemunhas descrevem um objeto cilíndrico, semelhante a um charuto ou submarino.
- Relatos citam fumaça branca constante e um cheiro forte comparado à amônia.
- A nave teria descido lentamente e apresentado danos visíveis na estrutura.
O caso ET de Varginha voltou ao centro das atenções após novos depoimentos exibidos em uma série documental que revisita o episódio ocorrido em 1996.
Desta vez, o foco não está apenas nas supostas criaturas, mas na descrição detalhada da nave que teria caído no Sul de Minas. Para moradores e pesquisadores, o objeto visto naquela época foge completamente da imagem clássica de um disco voador.
Segundo os relatos, a nave tinha formato cilíndrico, alongado, e era envolta por uma fumaça branca espessa. O detalhe que mais chama atenção é o cheiro extremamente forte no local, descrito como algo próximo de amônia misturada com enxofre, capaz de causar náusea e dificuldade para respirar.

Formato cilíndrico chamou atenção das testemunhas
Diversas pessoas que afirmam ter visto o objeto usam comparações parecidas para explicar o formato. Algumas falam em um “charutinho voador”, enquanto outras dizem que lembrava um submarino. A característica comum é a forma roliça e comprida, com tamanho estimado entre o de um micro-ônibus e o de um caminhão pequeno.
Esse padrão aparece em relatos colhidos em diferentes pontos da região de Varginha e em datas próximas, o que, para ufólogos, reforça a ideia de que se tratava do mesmo objeto sendo visto por ângulos distintos.
Fumaça branca e sinais de dano na estrutura
Outro elemento recorrente nos depoimentos é a presença de fumaça branca saindo da nave. Testemunhas afirmam que o objeto parecia avariado, como se tivesse sofrido algum tipo de impacto antes de iniciar a descida. A queda não teria sido brusca, mas gradual, em baixa velocidade, dando a impressão de perda de controle ou potência.
Esse detalhe alimenta especulações de que a nave estaria tentando pousar ou simplesmente caindo, sem capacidade de manter o voo. A fumaça constante reforça a ideia de um problema técnico grave no objeto.
Cheiro de amônia marcou quem se aproximou do local
Talvez o aspecto mais perturbador dos relatos seja o odor sentido após a suposta queda. Pessoas que dizem ter chegado perto do local descrevem um cheiro quase insuportável, comparado a amônia forte misturada com algo podre. Alguns afirmam que precisaram cobrir o nariz para conseguir permanecer ali por poucos minutos.
Esse detalhe sensorial é frequentemente citado como prova de que algo fora do comum aconteceu, já que o cheiro não seria compatível com combustível comum ou materiais conhecidos. Para muitos moradores, essa lembrança é tão viva quanto a imagem da nave envolta em fumaça.
Quase 30 anos depois, a nave cilíndrica, esfumaçada e com cheiro de amônia continua sendo um dos elementos mais intrigantes do caso ET de Varginha, mantendo o episódio vivo no imaginário popular e alimentando debates até hoje.
