Nave cilíndrica, fumaça branca e cheiro de amônia: como testemunhas descrevem o OVNI do caso ET de Varginha

Renê Fraga
4 min de leitura

Principais destaques:

  • Testemunhas descrevem um objeto cilíndrico, semelhante a um charuto ou submarino.
  • Relatos citam fumaça branca constante e um cheiro forte comparado à amônia.
  • A nave teria descido lentamente e apresentado danos visíveis na estrutura.

O caso ET de Varginha voltou ao centro das atenções após novos depoimentos exibidos em uma série documental que revisita o episódio ocorrido em 1996.

Desta vez, o foco não está apenas nas supostas criaturas, mas na descrição detalhada da nave que teria caído no Sul de Minas. Para moradores e pesquisadores, o objeto visto naquela época foge completamente da imagem clássica de um disco voador.

Segundo os relatos, a nave tinha formato cilíndrico, alongado, e era envolta por uma fumaça branca espessa. O detalhe que mais chama atenção é o cheiro extremamente forte no local, descrito como algo próximo de amônia misturada com enxofre, capaz de causar náusea e dificuldade para respirar.

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Formato cilíndrico chamou atenção das testemunhas

Diversas pessoas que afirmam ter visto o objeto usam comparações parecidas para explicar o formato. Algumas falam em um “charutinho voador”, enquanto outras dizem que lembrava um submarino. A característica comum é a forma roliça e comprida, com tamanho estimado entre o de um micro-ônibus e o de um caminhão pequeno.

Esse padrão aparece em relatos colhidos em diferentes pontos da região de Varginha e em datas próximas, o que, para ufólogos, reforça a ideia de que se tratava do mesmo objeto sendo visto por ângulos distintos.

Fumaça branca e sinais de dano na estrutura

Outro elemento recorrente nos depoimentos é a presença de fumaça branca saindo da nave. Testemunhas afirmam que o objeto parecia avariado, como se tivesse sofrido algum tipo de impacto antes de iniciar a descida. A queda não teria sido brusca, mas gradual, em baixa velocidade, dando a impressão de perda de controle ou potência.

Esse detalhe alimenta especulações de que a nave estaria tentando pousar ou simplesmente caindo, sem capacidade de manter o voo. A fumaça constante reforça a ideia de um problema técnico grave no objeto.

Cheiro de amônia marcou quem se aproximou do local

Talvez o aspecto mais perturbador dos relatos seja o odor sentido após a suposta queda. Pessoas que dizem ter chegado perto do local descrevem um cheiro quase insuportável, comparado a amônia forte misturada com algo podre. Alguns afirmam que precisaram cobrir o nariz para conseguir permanecer ali por poucos minutos.

Esse detalhe sensorial é frequentemente citado como prova de que algo fora do comum aconteceu, já que o cheiro não seria compatível com combustível comum ou materiais conhecidos. Para muitos moradores, essa lembrança é tão viva quanto a imagem da nave envolta em fumaça.

Quase 30 anos depois, a nave cilíndrica, esfumaçada e com cheiro de amônia continua sendo um dos elementos mais intrigantes do caso ET de Varginha, mantendo o episódio vivo no imaginário popular e alimentando debates até hoje.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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