Nick Pope, referência mundial em UFOs, morre aos 60 anos

Renê Fraga
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Principais destaques

  • Nick Pope, ex-responsável pelo projeto de OVNIs do governo britânico, faleceu aos cerca de 60 anos
  • Ele havia revelado recentemente um câncer avançado no esôfago com metástase
  • Mesmo doente, continuou participando de entrevistas e atividades até seus últimos dias

A morte de Nick Pope gerou forte comoção entre entusiastas do fenômeno UFO e profissionais da área.

Conhecido por liderar o chamado “escritório de OVNIs” do Ministério da Defesa do Reino Unido, ele faleceu em casa após semanas de sofrimento, conforme relatado por sua esposa, Elizabeth Weiss.


Uma carreira marcada pelo mistério e pela mídia

Durante mais de duas décadas, Pope atuou no governo britânico lidando com temas que iam de segurança nacional a fenômenos aéreos não identificados.

Foi nesse último campo que ganhou notoriedade internacional, tornando-se uma das principais vozes sobre o assunto.

Após deixar o serviço público, ele construiu uma segunda carreira como comentarista, participando de documentários, programas de TV e eventos ao redor do mundo.

Sua presença frequente em produções sobre alienígenas e OVNIs fez com que fosse apelidado por muitos como uma espécie de “Fox Mulder da vida real”.


Diagnóstico e despedida pública

Em fevereiro de 2026, Pope revelou que havia sido diagnosticado com câncer de esôfago em estágio 4, já espalhado para o fígado. Na ocasião, ele foi direto ao afirmar que não havia possibilidade de cura.

Mesmo diante do cenário difícil, continuou trabalhando e participando de entrevistas praticamente até sua última semana de vida.

Em sua mensagem de despedida, demonstrou gratidão pela trajetória e pelas experiências vividas, destacando sua carreira, viagens e pessoas que conheceu ao longo dos anos.


Vida pessoal e legado

Além da carreira profissional, Pope também falou com carinho sobre sua relação com a esposa, Elizabeth Weiss, professora de antropologia. Os dois se conheceram nos Estados Unidos e construíram uma vida juntos marcada por interesses em comum e apoio mútuo.

Seu legado permanece tanto no campo da pesquisa sobre fenômenos aéreos quanto na forma como ajudou a popularizar o tema para o grande público.

Para muitos, ele foi uma ponte entre o mundo científico, o governo e a curiosidade popular sobre o desconhecido.

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Renê Fraga é criador do Arquivo UFO e editor-chefe do Eurisko. Atua com projetos digitais desde 1996 e mantém interesse contínuo pela ufologia, história e investigação de fenômenos aéreos não identificados. No Arquivo UFO, dedica-se à preservação de registros históricos, documentos e análises contextuais, conectando passado e presente em uma abordagem crítica e investigativa.
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