Principais destaques
- Circula nos bastidores a informação de que Urandir Fernandes de Oliveira teria comprado a Revista UFO
- A suposta negociação estaria provocando uma debandada silenciosa de colaboradores históricos
- Até agora, não houve confirmação oficial clara sobre os termos e o futuro editorial da revista
Um rumor inesperado começou a se espalhar nos corredores da ufologia brasileira.
A informação que corre solta entre grupos, bastidores e redes sociais é que Urandir Fernandes de Oliveira, figura cercada de polêmicas e teorias controversas, teria se tornado o novo dono da Revista UFO.
A notícia ainda não foi formalizada publicamente, mas o burburinho cresce a cada hora e já provoca reações intensas.
Segundo comentários recorrentes, a possível compra teria ocorrido de forma discreta, mas suficiente para causar um verdadeiro terremoto interno.
Para muitos entusiastas, a simples associação entre Urandir e a revista fundada por Ademar José Gevaerd soa quase como um roteiro improvável demais para ser real.
Uma rivalidade antiga volta a assombrar a revista
O espanto em torno do rumor não surge do nada. Urandir e Gevaerd mantiveram, por décadas, uma relação marcada por críticas públicas, acusações e disputas judiciais.
Nos bastidores da ufologia, a rivalidade sempre foi tratada como uma das mais intensas do meio.
Por isso, a ideia de que o projeto de vida de Gevaerd possa agora estar sob o comando de seu rival histórico tem causado choque e incredulidade.
Em grupos fechados, muitos descrevem a situação como irônica, outros como um desrespeito simbólico ao legado do fundador.
Saídas silenciosas e sinais de ruptura
Outro elemento que alimenta o rumor é a movimentação recente de nomes importantes ligados à revista.
Editores, pesquisadores, colunistas e até parceiros de mídia começaram a anunciar desligamentos ou pausas indefinidas, quase sempre usando um tom cauteloso e diplomático.
Embora ninguém cite diretamente Urandir como motivo, a coincidência temporal levanta suspeitas.
Para parte da comunidade, essas saídas seriam um indício claro de que algo mudou profundamente nos bastidores e que a nova fase da revista não agrada a todos.
Comunidade dividida e futuro incerto
Nas redes sociais, a reação é majoritariamente negativa. Muitos leitores e ufólogos demonstram dificuldade em aceitar que a Revista UFO possa seguir um caminho alinhado às ideias associadas a Urandir, como ET Bilu, Terra Convexa e Ratanabá.
Enquanto isso, cresce a expectativa por um anúncio oficial que esclareça o que é fato e o que é apenas especulação. Até lá, o clima é de tensão, desconfiança e curiosidade.
Se o rumor se confirmar, a ufologia brasileira pode estar diante de uma de suas maiores reviravoltas.
Atualização: Venda da Revista UFO é confirmada
A incerteza chegou ao fim. Após dias de rumores e forte reação da comunidade ufológica, a venda da Revista UFO foi oficialmente confirmada.
A informação foi divulgada pelo Portal Vigília, que publicou entrevista exclusiva e nota oficial assinada por Daniel Gevaerd, filho do fundador da revista.
Segundo o comunicado, a Revista UFO passa a integrar a estrutura da UFO Intermediações, empresa ligada ao Grupo Dakila Pesquisas, presidido pelo empresário Urandir Fernandes de Oliveira.
A confirmação transforma em fato aquilo que antes era tratado apenas como bastidor e especulação.
Crise financeira levou à decisão
De acordo com Daniel Gevaerd, a negociação foi motivada por uma situação financeira considerada insustentável.
Em entrevista ao Portal Vigília, ele revelou que assumiu a revista após a morte de Ademar José Gevaerd, em 2022, herdando uma dívida próxima de um milhão de reais, agravada pela pandemia e pela paralisação das atividades editoriais.
Segundo Daniel, sem a entrada de um grupo com capacidade de investimento, a revista simplesmente deixaria de existir.
Ele afirma que o processo de negociação durou cerca de seis meses e envolveu análises jurídicas e financeiras profundas, com o objetivo declarado de garantir a continuidade da publicação.
Reação negativa se intensifica
A confirmação oficial não reduziu a tensão. Pelo contrário, consolidou a divisão na comunidade ufológica brasileira.
Editores, conselheiros e colaboradores históricos afirmam que não foram informados com clareza sobre a ligação direta da venda com o Grupo Dakila, o que gerou sensação de quebra de confiança.
Nomes centrais da história recente da revista, como o ex-editor-chefe Thiago Ticchetti e o coeditor de longa data Marco Antonio Petit, mantiveram a decisão de se afastar definitivamente do projeto.
Grupos de pesquisa, podcasts e portais parceiros também anunciaram o encerramento imediato de vínculos com a Revista UFO.
Para muitos ufólogos, a associação com Urandir representa um choque ético e simbólico, já que ele foi durante décadas o principal alvo das críticas editoriais da própria revista.
Um futuro incerto para a publicação
Na nota oficial enviada ao Portal Vigília, a nova administração afirma que a Revista UFO seguirá comprometida com a investigação séria e responsável, agora com uma estrutura empresarial mais robusta e capacidade de modernização.
Daniel Gevaerd permanece como diretor da publicação e promete uma nova fase de expansão.
Apesar disso, a percepção predominante entre pesquisadores e leitores tradicionais é de que a revista entra em um território desconhecido.
A rivalidade histórica entre Gevaerd e Urandir, somada ao histórico controverso do Grupo Dakila, faz com que muitos vejam a confirmação da venda como o fim de uma era na ufologia brasileira.
Se a Revista UFO conseguirá preservar o legado que a tornou referência por décadas ou se passará por uma transformação irreversível, é algo que ainda será definido nos próximos capítulos.
